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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

BNDES aprova financiamento de R$ 4,4 bilhões para Oi


Em nota, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social diz que os recursos serão destinados aos planos de investimento da operadora

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 4,4 bilhões para o Grupo Oi. Segundo nota divulgada para a imprensa, os recursos serão destinados aos planos de investimento das quatro empresas do grupo - Brasil Telecom (BrT) Fixa e Brasil Telecom Móvel, Oi Fixa e Oi Móvel - relativos ao período 2009/2011.


Em nota, o BNDES diz que a Oi investirá R$ 12,3 bilhões até 2011 na ampliação da base de clientes por meio de expansão e melhoria da qualidade da rede e intensificação do uso da rede, principalmente a partir da convergência dos serviços prestados; e atendimento às obrigações das concessionárias definidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). E também que parte dos recursos será destinada para a expansão de capacidade da rede, a partir da entrada da Oi Móvel em São Paulo, do aumento da base de clientes de dados e banda larga e em modernização, a fim de melhorar a qualidade do atendimento.

Nos últimos 11 anos, o BNDES aprovou financiamentos de R$ 29,4 bilhões para empresas de telecomunicação.


Por IT Web

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Anatel regulamenta acompanhamento de metas de universalização


O acompanhamento e controle referentes ao cumprimento de obrigações de universalização da telefonia fixa agora obedece a critérios e procedimentos uniformes, estabelecidos em regulamento aprovado pela Anatel. Pela norma, a concessionária deverá apresentar, relatórios mensais e semestrais contendo informações completas referentes à prospecção, planejamento e informações técnicas e econômico-financeiras relativas à execução das obrigações de universalização das localidades que serão atendidas até 2010 com os serviços de telefonia fixa, orelhões e backhaul.

Nos relatórios mensais, que serão apresentados até o dia 10 do mês subseqüente, as informações tedevão incluir as localidades atendidas com backhaul, a capacidade disponibilizada; a capacidade contratada/utilizada; e informações sobre os contratos firmados para aluguel dessa infraestrutura por terceiros. Além disso, as prestadoras terão que dar ampla publicidade das metas de universalização cumpridas, semestralmente e anualmente, por meio de campanha publicitária destinada à população, na televisão, no rádio e na internet, com o objetivo de enfatizar as garantias dos usuários.

A norma ainda obriga as concessionárias a prestarem informações sobre o cumprimento das metas de universalização aos governos estaduais, assembléias legislativas, câmaras municipais e aos órgãos estaduais de saúde, educação, cultura e justiça, bem como ao Ministério Público Federal e Estadual, aos órgãos do Poder Judiciário até 2ª instância e aos órgãos oficiais de defesa do consumidor.

A Anatel poderá, a qualquer tempo, efetuar ações de fiscalizações, sistêmicas ou pontuais, bem como auditoria específica, para verificar as informações prestadas pela Concessionária e o cumprimento das metas de universalização. As infrações decorrentes do descumprimento das obrigações constantes neste Regulamento, assim como das metas de obrigações de universalização, implicarão instauração de Pado (Procedimento para a Apuração do Descumprimento de Obrigações). (Da redação)


Via Telesítese

Da Fonte Governo espera 165 milhões de acessos à internet banda larga até 2018


Presidente da Anatel afirmou que para isto serão necessários R$ 250 bilhões de investimentos

As expectativas do governo são altas. A Agência Brasil divulgou uma matéria na qual o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, afirma a expectativa de o País ampliar, até 2018, para 165 milhões o número de acessos à internet banda larga. Segundo ele, existem atualmente 15 milhões de acessos.

Para conseguir alcançar a meta, Sardenberg estima investimentos para o setor de R$ 250 bilhões até 2018, além de incentivar a concorrência entre as empresas fornecedoras do serviço, que, segundo ele, responde atualmente por mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

O presidente da Anatel defende que a universalização é fundamental, porque o Brasil está se transformando em um grande mercado em telecomunicações, sendo o quinto mercado mundial em telefonia móvel e o sétimo em telefonia fixa.

Por IT Web

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