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sábado, 3 de outubro de 2009

Assinantes móveis serão metade da base total de banda larga


Avaliação do consórcio 3G Américas é que em três anos total de usuários de soluções móveis totalizarão 2/3 da base total.

O número global de assinantes de banda larga móvel vai se igualar ao total de usuários de serviços fixos de acesso à internet já em agosto de 2009. Além disso, nos próximos três anos, os clientes de banda larga móvel totalizarão 2/3 do total mundial de usuários de internet rápida, contra 1/3 dos clientes de banda larga fixa.

As previsões são do diretor da 3G Américas para América Latina e Caribe, Erasmo Rojas. A 3G Américas é um consórcio que reúne fabricantes e provedores de serviços de telecomunicações móveis.

Segundo a expectativa do consórcio, o mercado global deve encerrar 2009 com aproximadamente 800 milhões de assinantes de banda larga. Em 2011, serão mais de 1,4 bilhão de usuários e este crescimento será impulsionado pelo avanço da mobilidade, de acordo com dados da associação. "A banda larga fixa vai continuar crescendo, mas nunca no mesmo ritmo da móvel", afirma Rojas.

Dentre os aspectos que contribuem para isso estão a maior flexibilidade que a banda larga móvel oferece para o usuário, além do fato de este serviço estar presente em regiões onde, por vezes, não há alternativa de conectividade à web pela rede fixa.

Rojas afirma que, atualmente, a taxa de penetração de serviços de banda larga na América Latina está na casa de 5%, percentual que deve subir para 15% em 2014, impulsionado pelo crescimento da banda larga móvel. No Brasil, principal mercado da região, o cenário é semelhante ao da AL, com penetração de 6% e perspectiva de avanço para 10% nos próximos três anos.

Entre 2008 e 2014, o mercado latino-americano ganhará novos 378 milhões de assinantes de banda larga, fixa e móvel. O Brasil responderá por 35% das adesões e, por isso, é considerado estratégico para fabricantes e operadoras do segmento. "Em cinco anos, haverá 130 milhões de assinantes de banda larga fixa e móvel no País", avalia Rojas.

A projeção indica que o mercado deverá crescer seis vezes no período. De acordo com dados da consultoria Teleco, no primeiro trimestre de 2009 o Brasil contava com cerca de 20,8 milhões de conexões à internet, fixas e móveis, em alta velocidade.

Para o country manager da fabricante de chips Qualcomm, Paulo Breviglieri, a banda larga móvel enfrenta desafios como ampliação da cobertura, dispositivos de acesso mais baratos e investimentos no núcleo da rede das operadoras, de forma a garantir velocidade para o usuário.

A avaliação da vice-presidente executiva da Qualcomm para a Índia e Américas, Peggy Johnson, é que as operadoras brasileiras devem seguir o exemplo de teles instaladas em outros países, no que diz respeito à oferta de subsídio de notebooks com tecnologia 3G embarcada. "Os equipamentos serão oferecidos junto com planos das operadoras. Esses planos virão para o mercado brasileiro", afirma.



Por Fabiana Monte, da Computerworld

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Celular no Brasil: muito espaço para crescer.


O Brasil continua a apresentar mensalmente significativas taxas de crescimento no número de adições líquidas na telefonia móvel, desempenho que o coloca na quinta posição mundial entre os países que mais incorporaram clientes no primeiro trimestre deste ano. Conforme o Global Wireless Matrix da Merril Lynch – que faz um minucioso estudo sobre a telefonia celular nos principais mercados do mundo – no primeiro trimestre deste ano, as operadoras brasileiras adicionaram às suas bases 4,9 milhões de novos usuários.

A atuação brasileira só foi suplantada pelas empresas da China, Índia, Indonésia e Paquistão. O Brasil, que fechou o primeiro trimestre com 127 milhões de usuários móveis, continua ocupando também a quinta posição entre os países com o maior número de celulares em serviço. China jamais perderá a liderança, e já conta com 575 milhões de telefones móveis em serviço; seguida pelos Estados Unidos, com 259 milhões; pela Índia, com 257 milhões; e Rússia, com 168 milhões.

Se os países em desenvolvimento são aqueles onde a telefonia celular mais cresce, o primeiro período deste ano foi marcado, conforme a Merrill Lynch, pela conquista, pelos países desenvolvidos, de 100% de taxa de penetração, o que teoricamente significaria que toda a população de um país rico tem um celular. Na prática, essa taxa demonstra que muitos daqueles com idade para carregar um celular têm mais de um aparelho.

Os países em desenvolvimento estão com uma taxa de penetreção de 48,6%, que, somada à taxa dos desenvolvidos dá uma média de 57%.


Taxa brasileira

A taxa de penetração brasileira, se é maior do que a média mundial – atingiu, no primeiro trimestre, 67% da população – é, por outro lado, menor do que a de quatro países latino-americanos, o que demonstra que há ainda muito espaço para o crescimento do serviço no mercado interno.

A Argentina fechou o período com 100% de penetração, seguida pelo Chile, com 90%; Venezuela, com 89% e Colômbia, com 74%. O México, onde a competição não é tão acirrada, apresenta a mesma taxa brasileira, de 67%. Somente o Peru, entre os países pesquisados pela consultoria, tem um número menor, de 54%.

A recente licitação de freqüências de terceira geração promovida pela Anatel e que obrigou a ampliação da cobertura para todo o território brasileiro em dois anos (o celular cobre 90% da população, mas não alcança mais da metade dos municípios) irá contribuir para o avanço do serviço entre a população brasileira.


Problemas

Mas outras iniciativas precisam ser adotadas pelas empresas e, mesmo, estimuladas pela Anatel, já que alguns indicadores brasileiros destoam dos demais mercados, demonstrando alguns problemas.

O primeiro problema é que o brasileiro usa muito pouco o celular. O Brasil apresenta uma das mais baixas médias nesse quesito, de 85 minutos falados por mês, atrás apenas do Peru, de Marrocos e das Filipinas. Também usa muito pouco o celular para a transmissão de dados, outra eficiente forma de comunicação. Apenas 8% das receitas das operadoras de celular brasileiras são geradas pela transmissão de dados, o que coloca o país na penúltima posição, somente à frente do Egito, com 6%.

Uma das razões para o brasileiro usar pouco o celular é o preço do serviço, que está em média US$ 0,18 o minuto, valor mais alto do que o apurado em mais de 30 países. Nesse preço, porém, está computado o valor da tarifa de interconexão (a VU-M). Essa tarifa, hoje 12 vezes maior do que a tarifa da rede fixa, precisa de um novo tratamento por parte da agência reguladora.



Por Miriam Aquino | Tele.Sintese

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Qual é o melhor smartphone?


SÃO PAULO – O fenômeno da Apple está no Brasil em nova versão, mas agora o iPhone 3GS terá de enfrentar uma legião de smartphones de ponta, se quiser manter-se no posto de celular mais desejado de todos os tempos.


De um lado está o Android, cujo expoente no Brasil é o HTC Magic. De outro, a esperta interface da Samsung, embarcada no Jét. Ainda entram nessa o LG Arena e a geração touchscreen da Nokia, capitaneada pelo N97.
uçamos nos cinco e chegamos a uma conclusão: todos estão poderosos e afinados com as redes sociais – em segundos, você atualiza o Twitter e o Facebook. Mas o iPhone faz isso com mais estilo. Clique em cada um para ver o review completo.

Apple iPhone 3GS
O smartphone mais badalado do ano tem um caminhão de novidades. Do processador mais rápido às funções prosaicas do iPhone 3GS, como “copiar e colar”, não existe nada capaz de provocar um hecatombe. Mas tudo junto representa uma baita evolução. Para quem estava esperando sair um modelo redondinho antes de resolver comprar, aqui está ele. Mas, se você já tem a versão 3G, atualize o sistema operacional e seja feliz.

HTC Magic
O competente, porém desengonçado, HTC G1 ganhou um irmão fininho e sem teclado físico para estragar sua elegância. O nome dele é Magic, mas pode chamar de G2. Afinal, a evolução não ficou só no design. Mais rápido e com mudanças drásticas no software, o smartphone com sistema do Google está pronto para desembarcar no Brasil daqui a duas semanas, estreando a interface HTC Sense por aqui.
Olhando apenas os recursos, não é exagero dizer que o Nokia N97 é o smartphone mais completo da atualidade. Por ser o primeiro aparelho da marca a apostar na combinação de teclado QWERTY deslizante e tela sensível ao toque, ele já teria credenciais para brigar com iPhone e Android. Mas além de Wi-Fi, 3G, Bluetooth e GPS, o modelo parte para o apelo com seus 32 GB de memória interna e uma câmera de 5,4 megapixels.

LG Arena
Você deve estar cansado de ver comparações entre o iPhone e outros aparelhos touchscreen. Algumas são descabidas, pois smartphones têm perfis diferentes, e não é apenas a tecnologia usada na tela que determina isso. Mas neste caso não tem jeito: o Arena KM900, da LG, não tem vergonha de ser um iClone sofisticado – e o mais impressionante, tanto pelos recursos como pela interface caprichada.

Samsung Jét
A Samsung deveria contratar o Michael Schumacher para garoto-propaganda do Jét. Se não for o mais rápido de todos os tempos, certamente o celular garante lugar no pódio. E o melhor: a velocidade do chip de 800 MHz vem acompanhada por um monte de recursos, que inclui a trinca 3G, Wi-Fi e GPS, widgets pra todo gosto, câmera de 5 megapixels e a fantástica tela AMOLED de 3,1 polegadas.


Por Marco Aurélio Zanni, de INFO Online.

Qual na sua opinião a melhor internet 3G?

 
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